A cidade de Corumbá, no cerrado do Mato Grosso do Sul bem junto à fronteira com a Bolívia, representa uma oportunidade única e diversificada de turismo. O cerrado e o pantanal proporcionam oportunidades inesgotáveis de observação da natureza, da fauna à flora e passando pela força das águas.

A pesca esportiva e os passeios de bicicleta são outras formas de apreciar a natureza da região. Para quem gosta de andar a cavalo, as possibilidades são imensas, principalmente porque o cavalo faz parte das tradições da região e, nas zonas rurais, parte de seu cotidiano também.

A propósito, Corumbá é também terra dos “pantaneiros” e da “nação guaraní”, como canta o artista Vinicius de Moraes, onde você pode tomar contato com as características culturais, costumes e tradições dessa cultura indígena, que cria laços tão fortes entre o Brasil, a Bolívia e o Paraguai.

E como não aproveitar a proximidade para dar um salto na vizinha Bolívia? Puerto Quijarro está do outro lado da fronteira, a vinte minutos de automóvel do centro de Corumbá. Pode aproveitar para fazer compras e praticar um pouco de seu castelhano.

Como ir até Corumbá

Para quem chega de São Paulo, existem voos várias vezes por semana partindo de Campinas (aeroporto de Viracopos); daí é fácil reservar uma passagem para um dia de sua conveniência.

Se Viracopos não for seu melhor ponto de partida, existem várias outras opções. A mais próxima inclui aterrissar na Bolívia, no Aeroporto de Puerto Suárez, bem perto da fronteira; depois é só reentrar no Brasil por automóvel. Pode também fazer um grande roteiro pelo cerrado voando até Campo Grande, a capital estadual, situada a 420 km. A BR-262 faz a ligação entre as duas cidades e as condições de viagem – principalmente as cores que a natureza apresenta – podem variar bastante dependendo da altura do ano em que você for viajar.